Saúde Intelectual

**** Daniel Aires ****

Estudo Dirigido I

1 Infelizmente, não se pode controlar todas as fontes de incerteza. Diante desse fato, deve-se tentar soluções que reduzam o impacto das incertezas com o redesenho das cadeias de suprimentos. Concentrar-se nas incertezas da cadeia e nas conseqüências de sua propagação, tanto para jusante como para montante da cadeia de suprimentos, implica pensar novas políticas operacionais e alinhamento dos objetivos das empresas envolvidas na cadeia (Davis, 1993).

2 Segundo Bask e Juga (2001), a integração tem sido vista como uma espécie de avenida para a redução de custos ou melhoria de serviços, ou dentro do ideal, ambos em conjunto. O gerenciamento integrado da cadeia de suprimentos tem como objetivo oferecer benefícios aos membros da cadeia, tais como diminuição no tempo de entregas, aumento da confiabilidade na entrega, poucas interrupções no processo produtivo, menores níveis de estoques, redução nos problemas de qualidade e preços mais estáveis. Os benefícios a serem identificados para a formulação do modelo teórico para a pesquisa de campo serão apresentados no Capitulo 4 .

3 Logística é uma parte do processo da cadeia de suprimentos no qual se planeja, implementa e controla de forma eficiente e eficaz o fluxo, tanto normal quanto reverso, de estoques de produtos, serviços e informações relacionadas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, a fim de atender às necessidades dos clientes finais. O gerenciamento da cadeia de suprimentos é a coordenação sistemática e estratégica das funções gerenciais tradicionais e das táticas utilizadas através destas funções dentro de uma empresa particular ou nos seus relacionamentos dentro da cadeia de suprimentos com o objetivo de melhorar o desempenho de longo prazo de uma empresa individual e da cadeia como um todo.

Os pesquisadores da área de canais de marketing identificaram três fatores importantes para entender porque e como os canais são criados e estruturados, quais sejam: 1) identificar as empresas que podem ser membros do canal de marketing, 2) descrever a necessidade de coordenação dos canais e 3) configurar os canais de marketing. Lambert, Cooper e Pagh (1998), entretanto, consideram que esses pesquisadores esqueceram-se de dois fatores críticos. Primeiro, eles não construíram as contribuições preliminares incluindo na análise da cadeia os produtores, negligenciando assim a importância da perspectiva da cadeia como um todo. Em segundo lugar, concentraram-se nas atividades de marketing e nos fluxos através dos canais e ignoraram a necessidade de integrar-se e gerenciar os múltiplos processos-chave da cadeia de suprimentos através das empresas.

Segundo Lambert, Cooper e Pagh (1998), até recentemente o gerenciamento da cadeia de suprimentos era visto como uma logística feita fora da empresa onde os fornecedores e clientes eram incluídos. Logística, como definido pelo Council of Logistic Management (CLM), sempre representa uma orientação para a cadeia de suprimentos do ponto de origem para o ponto de consumo. Então por que a confusão? Provavelmente, devido ao fato da logística ser uma área funcional dentro da empresa (denominada “silo” pelo autor) e ser, também, um conceito amplo que lida com o gerenciamento de material e informação através da cadeia de suprimentos. O gerenciamento da cadeia de suprimentos foi recentemente redefinido, de forma que a logística seja o elemento de integração dos processos-chave de negócios na cadeia de suprimentos (Cooper et al. 1997). Lambert, Cooper e Pagh (1998) ressaltam que em 1998 o CLM modificou a definição de logística, estabelecendo objetivamente que a logística é apenas uma parte do gerenciamento da cadeia de suprimentos. As definições atualizadas de logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos são apresentadas a seguir:

4 O problema de implementação do gerenciamento da cadeia de suprimentos envolve a identificação dos membros da cadeia com os quais os processos-chave serão desenvolvidos, que processos precisam ser conectados com cada um dos membros e que tipo ou nível de integração será utilizada em cada um dos processos interconectados. O objetivo do gerenciamento da cadeia de suprimentos é maximizar a competitividade e a rentabilidade das empresas e também de toda a rede de cadeias, incluindo-se nesse caso o consumidor final.

5 De acordo com Lambert, Emmelhainz e Gardner (1996), o ambiente de negócios caracterizado pela escassez de recursos, pelo crescimento da competição, pelo aumento da expectativa dos consumidores intermediários e consumidores finais e pelas mudanças rápidas e contínuas no ambiente geral, tem feito com que os executivos direcionem seus negócios para parcerias. Entretanto, o autor chama atenção para o fato de que, apesar de ser benéfica e necessária, a parceria representa gastos em termos de custos e tempo dedicado ao seu desenvolvimento. Assim sendo, os recursos escassos mencionados anteriormente serão direcionados, necessariamente, para as parcerias nas quais existam potenciais chances de benefícios futuros. A integração tem-se tornado uma importante ferramenta gerencial e tem sido descrita, freqüentemente, como uma necessidade, apesar de não ser suficiente, para o sucesso no gerenciamento da cadeia de suprimentos (Holmberg, 2000).

6 Desenvolvimento de parcerias.

Krapfel, Salmond e Spekman (1991) defendem que nem todas as parcerias merecem a mesma atenção. Em alguns casos o fato de estabelecer parcerias gera mais custos do que benefícios advindos destas, ao passo que em outros casos o potencial da parceria pode não ser gerenciado de forma satisfatória. Isso faz com que a empresa perca uma boa oportunidade de disputa junto a seus competidores.

7 O problema de implementação do gerenciamento da cadeia de suprimentos envolve a identificação dos membros da cadeia com os quais os processos-chave serão desenvolvidos, que processos precisam ser conectados com cada um dos membros e que tipo ou nível de integração será utilizada em cada um dos processos interconectados. O objetivo do gerenciamento da cadeia de suprimentos é maximizar a competitividade e a rentabilidade das empresas e também de toda a rede de cadeias, incluindo-se nesse caso o consumidor final

COMPLEMENTAR COM DEFINIÇÃO PESSOAL

8 O resultado de um Plano Diretor é um conjunto de ações e projetos a serem implantados pela empresa, que busquem:

• Alinhar as ações da Logística e do Supply Chain ao planejamento estratégico da empresa;

• Implantar a gestão da cadeia de suprimentos de uma forma integrada;

• Melhorar o planejamento (no longo, médio e curto prazo) das atividades da área;

• Maior eficiência na execução das operações logísticas e de supply chain (redução de custo);

• Melhoria do nível de serviço para clientes externos e internos.

9 Na base da pirâmide estão os três pilares fundamentais para o bom funcionamento e desempenho de todas as operações: Tecnologia de Informação, Indicadores e Estrutura Organizacional. Sem estes elementos alinhados, será sempre muito difícil que as estratégias delineadas para as demais funções sejam implantadas e gerenciadas de forma adequada. A metodologia CEL/Coppead despende uma grande atenção a estes pontos, no intuito de não prejudicar a implantação das ações sugeridas.

10 Um dos principais desafios de um Plano Diretor é transitar pelas questões estratégicas, táticas e operacionais, revendo-as e alinhando-as em único plano coerente e prático de ser implantado. E, ao final, o que se quer atingir é um planejamento claro e integrado, desenhado para atingir vantagem competitiva através do aumento do valor oferecido ao cliente, por meio da antecipação da demanda por serviços logísticos e gerenciamento dos recursos de todo o supply chain. E, claro, nunca é demais reforçar, esse planejamento deve ser realizado dentro do Contexto Estratégico geral da empresa.

maio 31, 2009 Posted by | Redes Logísticas de Suprimentos - Pós UAB/UFES | Deixe um comentário

Exercício para Nota

1) i) Veículos/hora Frequência Freq Rel Poisson Média Ponderada
0 1 2,00% 1,83% 0
1 3 6,00% 7,33% 3
2 7 14,00% 14,65% 14
3 10 20,00% 19,54% 30
4 11 22,00% 19,54% 44
5 8 16,00% 15,63% 40
6 5 10,00% 10,42% 30
7 2 4,00% 5,95% 14
8 2 4,00% 2,98% 16
9 1 2,00% 1,32% 9
10 0 0,00% 0,53% 0
11 0 0,00% 0,19% 0
66 50 100,00% 4,00
A taxa média de chegada é de 4 veículos por hora
ii) clip_image001
 
iii) Veículos/hora Frequência qtde
0 1 0 não houve entrada nesta hora
1 3 3
2 7 14
3 10 30
4 11 44
5 8 40
6 5 30
7 2 14
8 2 16
9 1 9
10 0 0 não houve 10 entradas
11 0 0 não houve 11 entradas
66 50 200
iv) IC = 1/ l IC = 1/4 IC = 0,25
v) Veículos/hora Frequência Freq Rel Freq Rel Ac Dist Exp
0 1 2,00% 2,00% 25,000%
1 3 6,00% 8,00% 19,470%
2 7 14,00% 22,00% 15,163%
3 10 20,00% 42,00% 11,809%
4 11 22,00% 64,00% 9,197%
5 8 16,00% 80,00% 7,163%
6 5 10,00% 90,00% 5,578%
7 2 4,00% 94,00% 4,344%
8 2 4,00% 98,00% 3,383%
9 1 2,00% 100,00% 2,635%
10 0 0,00% 100,00% 2,052%
11 0 0,00% 100,00% 1,598%
66 50 100,00%
clip_image002
 
vi) Veículos/hora Frequência Freq Rel
0 1 2,00%
1 3 6,00%
2 7 14,00%
3 10 20,00%
4 11 22,00%
5 8 16,00%
6 5 10,00%
7 2 4,00%
8 2 4,00%
9 1 2,00%
10 0 0,00%
11 0 0,00%
66 50 100,00%
média = 4
Fórmula usada- 1-DISTEXPON(1;4;1)
0,018315639 1,83%
vii) Fórmula usada- DISTEXPON(0,25;4;1)
0,632120559 63,21%
viii) Fórmula usada- DISTEXPON(0,5;4;1)-DISTEXPON(0,1;4;1)
0,534984763 53,50%
2) IC = 5 s
i) IC = 1/l
5 = 1/l
l = 0,2
ii) Fórmula usada no Excel – DISTEXPON(3;0,2;1)
0,451188364 45,12%
iii) Fórmula usada no Excel – 1-DISTEXPON(20;0,2;1)
0,018315639 1,83%
iv) Fórmula usada no Excel – DISTEXPON(15;0,2;1)-DISTEXPON(9;0,2;1)
0,11551182 11,55%

maio 31, 2009 Posted by | Teoria de Filas - Pós UAB UFES | Deixe um comentário

Distribuição exponencial

Uma variável aleatória contínua X tem distribuição exponencial se a função de densidade de probabilidade é dada por:

f(x) = λ e− λ x
para x ≥ 0

f(x) = 0 
para x < 0  #A.1#

Onde:
λ: parâmetro da distribuição.
e: base dos logaritmos naturais (≈ 2,71828).
Em algumas referências, o parâmetro λ é substituído pelo seu inverso, que aqui se denomina μ. Assim,

λ = 1
#B.1#

μ

E a função anterior fica:

f(x) = (1/μ) e− x / μ
para x ≥ 0

f(x) = 0 
para x < 0  #B.2#

prob_est2_exp_01

Figura 01

Essa notação é fundamentada no uso comum distribuição, onde a variável X indica tempo e o parâmetro μ é também uma unidade de tempo, significando vida útil esperada. Conforme pode ser visto adiante, ele á a própria média da distribuição.
A função de distribuição acumulada, considerando a notação com o parâmetro λ, é dada por:
F(x) = P(X ≤ x) = 1 − e− λ x para x ≥ 0 #C.1#.
A Figura 01 ao lado exibe gráficos aproximados da função de distribuição e da função de densidade para λ = 1,5.
Média da distribuição exponencial:

E(X) = 
1
= μ 
#D.1#

λ

Variância da distribuição exponencial:

Var(X) = 
1
#E.1#

λ2

A distribuição exponencial pode ser entendida como o caso contínuo da distribuição geométrica já vista em página anterior. Nesta última, ocorre a probabilidade da ocorrência de uma mudança de "falha" para "sucesso". Na distribuição exponencial, pode-se considerar a probabilidade da mudança do estado "1" de um evento para um estado "2" com uma taxa por unidade de tempo λ.
Exemplo: uma ferramenta produzida por uma indústria apresenta uma vida média de 80 horas. Considerando o comportamento segundo a distribuição exponencial, qual a probabilidade de essa ferramenta durar mais de 100 horas?
Conforme já mencionado, vida média é o parâmetro μ, que é o inverso de λ. Portanto, λ = 1/80. Usa-se então a função de distribuição acumulada (#C.1#) para determinar a probabilidade até 100 horas e subtrai-se de 1 para a probabilidade acima de 100 horas.
P(X > 100) = 1 − P(X ≤ 100) = 1 − F(100) = 1 − 1 + e− (1/80) 100 ≈ 0,2865

maio 31, 2009 Posted by | Estatística - Pós UAB UFES | Deixe um comentário

Teoria de Filas – Pós Logística UAB/UFES – Questionário Avaliativo

Questionário Avaliativo – Conceitos Básicos – Tentativa 1

Resumo das Fórmulas

Nome

Fórmula

Intervalo entre Chegadas (IC)

IC = 1/l

Tempo de Atendimento (TA)

TA = 1 / m

Taxa de utilização dos atendentes

r = l / Mm (M é o número de atendentes)

Intensidade de tráfego (i)

i = él / mù = éTA / ICù

Relações entre Fila, Sistema e Atendimento

NS = NF + NA

NA = l /Mm

NS = NF + (l / m) = NF + (TA/IC)

TS = TF + TA

Fórmulas de Little

NF = l . TF

NS = l . TS

Ciclo

Ciclo = TS + TFS

Ciclo = (Tam. Da população)/l

Resumo de variáveis

Variável

Unidade de Medida

Variáveis referentes ao processo de chegada

(l) fluxo de chegada

l = Ritmo médio de chegada;

Clientes / unidade de tempo

IC = Intervalo médio entre chegadas; Por definição IC = 1/l.

Variáveis referentes ao sistema

TS = Tempo médio de permanência no sistema;

NS = Número médio de clientes no sistema;

Variáveis referentes a fila:

TF = Tempo médio de permanência na fila;

NF = Número médio de clientes na fila.

Variáveis referentes ao processe de atendimento

TA = Tempo médio de permanência na fila;

M = Quantidade de atendentes;

NA = Número de clientes sendo atendidos;

m = Ritmo de atendimento de cada atendente. Por definição TA = 1/m.

Question 1

Notas: 1

Pela portaria de um industria de café torrado e moído chegaram 8 caminhões de café verde em duas horas. Qual é o intervalo médio de chegada entre os caminhões neste período ?

l = 8 / 2 = 4 clientes por hora ou 8 / 120 = 0,06667 clientes por minuto

IC = 1/l. = ¼ = 0,25 horas ou 1/0,0667 = 15 minutos

Escolher uma resposta.

x

a. 15 minutos

 
 

b. 25 minutos

 
 

c. 12 minutos

 
 

d. 10 minutos

 
 

e. 20 minutos

 

Question 2

Notas: 1

Foi anotado os intervalos (em minutos) entre as chegadas dos pedidos de compras no departamento de suprimentos de uma indústria nas primeiras 3 horas de trabalho:

10, 25, 12, 15, 18, 40, 20, 10, 16, 14

Assume-se que no restante de dia o comportamento de chegada é o mesmo.

Qual é a taxa de chegada de pedidos ?

A taxa de chegada é a taxa média de pedidos por hora

IM = å IC / Qtd pedidos

IM = 18 por minuto = 18/60 = 0,3 pedidos por hora

Escolher uma resposta.

 

a. 1,8 pedidos por hora

 

x

b. 0,33 pedido por hora

 
 

c. 5,55 pedidos por hora

 
 

d. 3,33 pedidos por hora

 
 

e. 0,55 pedido por hora

 

Question 3

Notas: 1

Em uma barbearia há 3 barbeiros: Anacleto, Sebastião e Barbosa.

Anacleto é o que trabalha mais rápido, em média, demora 8 minutos para atender um cliente. Sebastião demora, em média,  10 minutos e o Barbosa demora, em média, 12 minutos.

Qual é a taxa de atendimento da barbearia?

Atenção: não é a taxa de atendimento individual.

Será a taxa média de atendimento

TA = TAI média

 

a

s

b

tempo / cliente m

7,5 Clientes por hora

6 clientes por hora

5 clientes por hora

       

TA = å mk = 7,5 + 5 + 6 = 18,5

Escolher uma resposta.

 

a. 15,5 clienes por hora

 

b. 10 clientes por hora – errada

 
 

c. 20 clientes por hora

 
x

d. 18,5 clientes por hora

 
 

e. 12 clientes por hora

 

Question 4

Notas: 1

A taxa de atendimento de um guichê de pedágio é, em média, 1,5 veículos por minuto. Se há 4 guichês funcionando, então, neste instante, podemos considerar que o TEMPO médio de atendimento é ?

TA = 1,5 veic/min

M = Qtd atendentes = 4

TMA = 1,5*4 = 6 veic/mim

Tempo Médio Atendimento = 60/6 = 10 segundos

Escolher uma resposta.

 

a. 6 segundos

 
 

b. 5 segundos

 

x

c. 10 segundos

 
 

d. 15 segundos

 
 

e. 9 segundos

 

Question 5

Notas: 1

A taxa de chegada de clientes em um sistema de filas é 9 clientes por minuto. Atualmente estamos com 2 canais de serviços que funcionam com uma taxa de atendimento médio individual igual a 2,5 clientes por minuto. Supondo que todos canais de serviços trabalham com a mesma taxa de atendimento, quantos canais devem ser adicionados para que o sistema seja estável ?

Taxa chegada = 9 = l

TA = 2,5

=9/2,5 = 3,6 = 4

Como atualmente existem dois canais basta subtrair

4 – 2 = 2 canais

Escolher uma resposta.

 

a. nenhum. O sistema se encontrar estável.

 
 

b. 2 canais de serviços

 
 

c. 1 canal de serviços

 

x

d. 4 canais de serviços

 
 

e. 3 canais de serviços

 

Question 6

Notas: 1

O índice de utilização menor que um (rho < 1) implica que a taxa média de chegada é menor que a taxa média de atendimento. Portanto, isto implica que, neste caso, não há possibilidade de formação de filas.

Resposta:

Verdadeiro x Falso ( Há que se considerar o tempo médio de atendimento)

Question 7

Notas: 1

Há 10 canais de serviços, a taxa de chegada é de 96 clientes por hora e a taxa de atendimento individual é de 12,8 clientes por hora. Determine qual é o número médio de clientes sendo atendidos?

l = 96

TA = 12,8 clientes por hora

TA = 1/l

NA = 96/12,8 = 7,5

Escolher uma resposta.

 

a. 7 clientes

 
 

b. 6,5 clientes

 
 

c. 8 clientes

 

x

d. 7,5 clientes

 
 

e. 6 clientes

 

Question 8

Notas: 1

Em uma fábrica observa-se que a taxa de caixas de frutas que chegam para serem processadas é, em média, de 20 caixas por hora. A máquina processa, em média, 25 caixas por hora. Se a caixa fica, em média, 18 minutos no sistema, então qual é o tamanho médio da fila de caixas?

Escolher uma resposta.

 

a. 5,2 caixas

 
 

b. 3,6 caixas

 
 

c. 4,8 caixas

 
 

d. nenhuma caixa.

 
 

e. 1,25 caixas

 

m = 25 caixas por hora

l = 20 caixas por hora

TA = 1/m = 1/25

TS = 18 min = 0,3 horas

NF = ?

TS = TF + TA = 0,3 = TF + 1/25

TF = 0,3 – 0,04 = 0,26 h

NF = l * TF

NF = 20 * 0,26

NF = 5,2

Question 9

Notas: 1

Re: Exercício 9

por Gabriel Lavagnoli – Thursday, 21 May 2009, 16:18

Erro de digitação! Esqueci de digitar um zero! Acontece muito!

Questão Anulada!
Até mais
Gabriel

O tempo médio de permanência de um cliente no sistema de filas é 1 min 12 seg (0,2 horas).

A taxa média de chegada é de 60 clientes por hora.

A taxa média de atendimento é de 80 clientes por hora.

O tamanho médio da fila é …

Escolher uma resposta.

 

a. 4,5 clientes.

 
 

b. 11,25 clientes.

 
 

c. 8,15 clientes.

 
 

d. 6,75 clientes.

 
 

e. 12,5 clientes.

 

Question 10

Notas: 1

Em uma pizzaria que faz entregas, chegam, em média, 4 entregadores por minuto para pegar o produto a ser entregue. Sabe-se, ainda, que o número médio de entregadores dentro da pizzaria é igual a 6 (NS) . qual é o tempo médio no sistema? 

Use as fórmulas de Little.

l = 4/60

NS = 6

NS = l * TF

TF = NS / l = 6/(4/60) = 180/2 = 90 s

TF = 90 s

Escolher uma resposta.

 

a. 60 segundos

 
 

b. 75 segundos

 
 

c. 110 segundos

 

x

d. 90 segundos

 
 

e. 40 segundos

 

maio 30, 2009 Posted by | Teoria de Filas - Pós UAB UFES | 1 comentário

Teoria de Filas – Mapa Conceitual

Para facilitar o entendimento segue o link do mapa conceitual dos tópicos da apostila que o professou disponibilizou para a disciplina de teoria de filas da pós em logística EAD – UAB/UFES

Veja o Mapa clicando aqui.

maio 21, 2009 Posted by | Teoria de Filas - Pós UAB UFES | Deixe um comentário

Estatística

Resolvi compartilhar no link abaixo o meu mapa conceitual criado com o software CMaps Tools para ajudar na fixação dos conceitos da disciplina de estatística do curso de especialização em logística da UAB – UFES – 2009

Noções de Probabilidade

maio 15, 2009 Posted by | Estatística - Pós UAB UFES | Deixe um comentário

MAPA CONCEITUAL – Fluxo em Redes

Ao revisar a matéria resolvi utilizar o software CMaps Tools para criau um mapa conceitual do conteúdo da apostila de Fluxo em Redes do curso de especialização em logística modalidade à distância.

Acessem o conteúdo no meu SKY Drive do MSN no link abaixo

Mapa Conceitual de Fluxo em Redes

maio 15, 2009 Posted by | Fluxo em Redes - Pós Logística - UAB/UFES | Deixe um comentário

Mapas Conceituais

Eis os meus mapas conceituais criados com o software IHMC Maps Tools

Mapa conceitual - o que e logistica

maio 7, 2009 Posted by | Metodologia EAD - Pós Logística - UAB/UFES | Deixe um comentário

Resenha Crítica – Direitos Autorais

EMENTA: A contribuição para a difusão dos direitos autorais em trabalhos acadêmicos objetiva subsidiar alunos de cursos superiores à não incorrerem em crimes tipificados em lei além de poderem produzir seus trabalhos com consciência e conhecimento de que o trabalho acadêmico é obra intelectual..

SUMÁRIO: Sumário: 1 Introdução – 2 Breve histórico dos direitos autorais no mundo e no Brasil – 3 A propriedade intelectual e o direito autoral – 4 Fundamentos jurídicos dos direitos autorais 5 Prazo de proteção da criação intelectual e domínio público – 6 O trabalho acadêmico como obra intelectual e documento – 7 Violação dos direitos autorais – 8 Elaboração do trabalho acadêmico consoante às normas – 9 Considerações finais – Referências

_____________________________________________________

  1. Introdução

O objetivo deste trabalho é abordar o artigo “Direitos Autorais no trabalho acadêmico” de João Augusto Cardoso.

. O texto tem o objetivo de difundir o direito autoral, conscientizar estudantes para o reconhecimento de que textos acadêmicos são obras intelectuais bem como demonstrar a importância da obediência às regras técnicas da ABNT para a efetiva contribuição da construção do conhecimento.

Para o autor é sempre complexo tratar do direito autoral, uma vez que este trata da imaterialidade da propriedade intelectual.

Percebe-se que há no meio acadêmico falta de compreensão quanto à proteção legal dos trabalhos acadêmicos. Ademais, é crescente à violação desses direitos, tantos nos cursos de graduação quanto nos de pós-graduação.

Um fator contribui muito para este tipo de ato. A difusão das tecnologias da internet torna a disponibilidade e o acesso à informação muito grande sem deixar muitas vezes o entendimento de que não é porque os trabalhos acadêmicos sejam de domínio público que o autor autorizou a sua cópia sem a devida citação de sua fonte.

Resenhar sobre “Direitos Autorais no trabalho acadêmico” é uma satisfação, pois abrimos nossa mente sobre a real necessidade de cumprir as normas técnicas e a metodologia do trabalho científico.

2. Breve histórico dos direitos autorais no Brasil e no mundo.

Os primeiros registros de plágio bem como a sua coerção eram evidentes nas sociedades clássicas da Roma e Grécia antiga.

A descoberta da gráfica facilitou a manipulação e cópia de escritos e no ínicio do século XVI houve concessões de privilégios para reprodução de obras intelectuais.

No Brasil em 1827 nos primeiros cursos de ciências jurídicas do país houve a proteção dos materiais criados para o ensino nas referidas disciplinas.

Mais resoluções legais foram escritas até chegar a atual lei autoral de 1998.

  1. A propriedade intelectual e o direito autoral.

No texto, Carvalho de Mendonça cita que a propriedade literária, científica e artística compreende toda produção do domínio literário, científico e artístico, qualquer que seja o modo ou a forma de reprodução, como livros, opúsculos, jornais, revistas, as obras teatrais ou musicais e as obras de desenho, pintura, arquitetura e etc.

Como a produção de qualquer uma das obras acima são exploradas economicamente pelo autor daí decorre o Direito Autoral que tem por finalidade defender aquele que intelectualmente produziu e muitas vezes têm seu direito tolhido por terceiros que pela facilidade de cópia auferem lucros sem terem efetivamente produzido qualquer obra.

  1. Fundamentos jurídicos do direito autoral.

Os direitos autorais classificam-se dentre os direitos fundamentais do cidadão como se nota pela transcrição dos incisos do artigo 5º abaixo transcrito.

XXVII – aos autores pertence o direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras, transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar;

XXVIII – são assegurados, nos termos da lei:

a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas, inclusive nas atividades desportivas;

b) O direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores, aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas;

Também a declaração universal dos direitos do homem de 1948, da qual o Brasil é signatário e diversos acordos internacionais protegem os direitos autorais.

Assim, há uma vasta gama de tratados, acordos internacionais, leis federais e até mesmo a carta magna nacional que contempla a proteção dos direitos do autor no Brasil.

  1. Prazo de proteção da criação intelectual e domínio público.

Dados os acordos internacionais em que o Brasil é signatário há prazo mínimo de 50 anos de proteção à produção intelectual. Mas atualmente por definição da Lei 9.610/98 a proteção compreende a vida do autor mais 70 anos, exceto para os casos de co-autoria cujo prazo será o da vida do autor mais velho mais os setenta anos e os de obras anônimas ou pseudônimas que terão somente o prazo de 70 anos.

  1. O trabalho acadêmico como obra intelectual e documento

O autor aborda muito sabiamente que o trabalho acadêmico sendo fruto de pesquisas, estudos, interpretação, crítica e criação da mente humana é considerado obra intelectual. Também é este trabalho documento pelo fato de ser impresso e entregue a professores, para defesa de seu título. Quando aluno regularmente matriculado em instituição de ensino superior entregar trabalhos acadêmicos com indícios de plágio, o aluno merece a pena de não obtenção do título que ele estaria defendendo com o trabalho além de poder ter ação civil e penal que recaia sobre si.

  1. Violação dos direitos autorais

Ao se plagiar trabalhos acadêmicos o pseudo autor incorre em crimes previstos no código civil e penal brasileiro. Por tentar obter vantagem em cima de prejuízo alheio o fraudador viola o artigo 171 do código penal. Também no artigo 299 do mesmo código há o risco de qualificar o ato como falsidade ideológica e por último o artigo 298 do código penal que trata do crime de falsificação de documento particular. Todos estes crimes têm penas de reclusão que variam de 1 a 5 anos e multa. Por último a importância do conhecimento da lei pela definição do código civil que em seu artigo 3º afirma que “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece”.

  1. Elaboração do trabalho acadêmico consoante às normas

O autor muito bem afirma ser melhor ser reprovado por não ter alcançado o objetivo do que pela desonra de ter plagiado um trabalho. E, para não incorrer neste erro é necessário ter conhecimento para fazer as corretas citações. Não se quer de forma alguma que o conhecimento construído pela comunidade científica seja colocado de lado. Muito pelo contrario ao ser necessário utilizar conhecimento de outrem para melhor explicar seu ponto de vista que se faça cumprindo as normas técnicas de referências bibliográficas.

  1. Conclusão

O autor conclui o seu trabalho em suas considerações finais de maneira firme e com toda a propriedade. Fundamentada nos direitos e garantias fundamentais do cidadão, cláusulas pétreas da nossa lei mãe bem como em leis nacionais e tratados internacionais fica evidenciado com clareza solar que o direito do autor e a propriedade intelectual é protegida legalmente.

Considera o trabalho acadêmico como documento pela definição lingüística e técnica e evoca que não é pelo simples fato de que o trabalho está divulgado em uma rede de informação pública que ele se tornou de domínio público e que o autor autorizou a sua reprodução sem os devidos cuidados da citação de sua fonte.

Para que não haja violação da legislação a que devemos obediência e não efetuarmos cópia indevida de trabalhos alheios precisamos conhecer a metodologia do trabalho científico e as normas para apresentação de trabalhos acadêmicos além das normalização das referências bibliográficas.

  1. Referência Bibliográfica

CARDOSO, João Augusto. Direitos autorais no trabalho acadêmico. Revista Jurídica, Brasília, v.9, n. 86, p. 58-86, ago./set., 2007.

maio 7, 2009 Posted by | Metodologia EAD - Pós Logística - UAB/UFES | 2 Comentários

Estudo Dirigido II

1 Infelizmente, não se pode controlar todas as fontes de incerteza. Diante desse fato, deve-se tentar soluções que reduzam o impacto das incertezas com o redesenho das cadeias de suprimentos. Concentrar-se nas incertezas da cadeia e nas conseqüências de sua propagação, tanto para jusante como para montante da cadeia de suprimentos, implica pensar novas políticas operacionais e alinhamento dos objetivos das empresas envolvidas na cadeia (Davis, 1993).

2 Segundo Bask e Juga (2001), a integração tem sido vista como uma espécie de avenida para a redução de custos ou melhoria de serviços, ou dentro do ideal, ambos em conjunto. O gerenciamento integrado da cadeia de suprimentos tem como objetivo oferecer benefícios aos membros da cadeia, tais como diminuição no tempo de entregas, aumento da confiabilidade na entrega, poucas interrupções no processo produtivo, menores níveis de estoques, redução nos problemas de qualidade e preços mais estáveis. Os benefícios a serem identificados para a formulação do modelo teórico para a pesquisa de campo serão apresentados no Capitulo 4 .

3 Logística é uma parte do processo da cadeia de suprimentos no qual se planeja, implementa e controla de forma eficiente e eficaz o fluxo, tanto normal quanto reverso, de estoques de produtos, serviços e informações relacionadas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, a fim de atender às necessidades dos clientes finais. O gerenciamento da cadeia de suprimentos é a coordenação sistemática e estratégica das funções gerenciais tradicionais e das táticas utilizadas através destas funções dentro de uma empresa particular ou nos seus relacionamentos dentro da cadeia de suprimentos com o objetivo de melhorar o desempenho de longo prazo de uma empresa individual e da cadeia como um todo.

Os pesquisadores da área de canais de marketing identificaram três fatores importantes para entender porque e como os canais são criados e estruturados, quais sejam: 1) identificar as empresas que podem ser membros do canal de marketing, 2) descrever a necessidade de coordenação dos canais e 3) configurar os canais de marketing. Lambert, Cooper e Pagh (1998), entretanto, consideram que esses pesquisadores esqueceram-se de dois fatores críticos. Primeiro, eles não construíram as contribuições preliminares incluindo na análise da cadeia os produtores, negligenciando assim a importância da perspectiva da cadeia como um todo. Em segundo lugar, concentraram-se nas atividades de marketing e nos fluxos através dos canais e ignoraram a necessidade de integrar-se e gerenciar os múltiplos processos-chave da cadeia de suprimentos através das empresas.

Segundo Lambert, Cooper e Pagh (1998), até recentemente o gerenciamento da cadeia de suprimentos era visto como uma logística feita fora da empresa onde os fornecedores e clientes eram incluídos. Logística, como definido pelo Council of Logistic Management (CLM), sempre representa uma orientação para a cadeia de suprimentos do ponto de origem para o ponto de consumo. Então por que a confusão? Provavelmente, devido ao fato da logística ser uma área funcional dentro da empresa (denominada “silo” pelo autor) e ser, também, um conceito amplo que lida com o gerenciamento de material e informação através da cadeia de suprimentos. O gerenciamento da cadeia de suprimentos foi recentemente redefinido, de forma que a logística seja o elemento de integração dos processos-chave de negócios na cadeia de suprimentos (Cooper et al. 1997). Lambert, Cooper e Pagh (1998) ressaltam que em 1998 o CLM modificou a definição de logística, estabelecendo objetivamente que a logística é apenas uma parte do gerenciamento da cadeia de suprimentos. As definições atualizadas de logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos são apresentadas a seguir:

4 O problema de implementação do gerenciamento da cadeia de suprimentos envolve a identificação dos membros da cadeia com os quais os processos-chave serão desenvolvidos, que processos precisam ser conectados com cada um dos membros e que tipo ou nível de integração será utilizada em cada um dos processos interconectados. O objetivo do gerenciamento da cadeia de suprimentos é maximizar a competitividade e a rentabilidade das empresas e também de toda a rede de cadeias, incluindo-se nesse caso o consumidor final.

5 De acordo com Lambert, Emmelhainz e Gardner (1996), o ambiente de negócios caracterizado pela escassez de recursos, pelo crescimento da competição, pelo aumento da expectativa dos consumidores intermediários e consumidores finais e pelas mudanças rápidas e contínuas no ambiente geral, tem feito com que os executivos direcionem seus negócios para parcerias. Entretanto, o autor chama atenção para o fato de que, apesar de ser benéfica e necessária, a parceria representa gastos em termos de custos e tempo dedicado ao seu desenvolvimento. Assim sendo, os recursos escassos mencionados anteriormente serão direcionados, necessariamente, para as parcerias nas quais existam potenciais chances de benefícios futuros. A integração tem-se tornado uma importante ferramenta gerencial e tem sido descrita, freqüentemente, como uma necessidade, apesar de não ser suficiente, para o sucesso no gerenciamento da cadeia de suprimentos (Holmberg, 2000).

6 Desenvolvimento de parcerias.

Krapfel, Salmond e Spekman (1991) defendem que nem todas as parcerias merecem a mesma atenção. Em alguns casos o fato de estabelecer parcerias gera mais custos do que benefícios advindos destas, ao passo que em outros casos o potencial da parceria pode não ser gerenciado de forma satisfatória. Isso faz com que a empresa perca uma boa oportunidade de disputa junto a seus competidores.

7 O problema de implementação do gerenciamento da cadeia de suprimentos envolve a identificação dos membros da cadeia com os quais os processos-chave serão desenvolvidos, que processos precisam ser conectados com cada um dos membros e que tipo ou nível de integração será utilizada em cada um dos processos interconectados. O objetivo do gerenciamento da cadeia de suprimentos é maximizar a competitividade e a rentabilidade das empresas e também de toda a rede de cadeias, incluindo-se nesse caso o consumidor final

COMPLEMENTAR COM DEFINIÇÃO PESSOAL

8 O resultado de um Plano Diretor é um conjunto de ações e projetos a serem implantados pela empresa, que busquem:

• Alinhar as ações da Logística e do Supply Chain ao planejamento estratégico da empresa;

• Implantar a gestão da cadeia de suprimentos de uma forma integrada;

• Melhorar o planejamento (no longo, médio e curto prazo) das atividades da área;

• Maior eficiência na execução das operações logísticas e de supply chain (redução de custo);

• Melhoria do nível de serviço para clientes externos e internos.

9 Na base da pirâmide estão os três pilares fundamentais para o bom funcionamento e desempenho de todas as operações: Tecnologia de Informação, Indicadores e Estrutura Organizacional. Sem estes elementos alinhados, será sempre muito difícil que as estratégias delineadas para as demais funções sejam implantadas e gerenciadas de forma adequada. A metodologia CEL/Coppead despende uma grande atenção a estes pontos, no intuito de não prejudicar a implantação das ações sugeridas.

10 Um dos principais desafios de um Plano Diretor é transitar pelas questões estratégicas, táticas e operacionais, revendo-as e alinhando-as em único plano coerente e prático de ser implantado. E, ao final, o que se quer atingir é um planejamento claro e integrado, desenhado para atingir vantagem competitiva através do aumento do valor oferecido ao cliente, por meio da antecipação da demanda por serviços logísticos e gerenciamento dos recursos de todo o supply chain. E, claro, nunca é demais reforçar, esse planejamento deve ser realizado dentro do Contexto Estratégico geral da empresa.

maio 7, 2009 Posted by | Redes Logísticas de Suprimentos - Pós UAB/UFES | Deixe um comentário

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